Evolução do Pensamento Económico - 2

Economia

Evolução do Pensamento E Conômico  2

François Quesnay

O fundador da escola fisiocrata, e da primeira fase científica da economia, foi François Quesnay (1694-1774), autor de livros que até hoje são inspiração para economistas atuais, como por exemplo Tableau Économique. Não se pode falar em fisiocracia, sem citar seu nome. Quesnay foi autor de alguns princípios, como o da filosofia social utilitarista, em que deveria se obter a máxima satisfação com um mínimo de esforço; o do harmonismo, não obstante a existência do antagonismo das classes sociais, acreditava-se na compatibilidade ou complementaridade dos interesses pessoais numa sociedade competitiva; e, por fim, a teoria do capital, onde os empresários só poderiam começar o seu empreendimento com um certo capital já acumulado, com os devidos equipamentos.

Em seu livro, o Tableau Économique foi representado em um esquema de fluxo de bens e despesas entre diferentes classes sociais. Além de evidenciar uma interdependência entre as atividades econômicas e mostradas como a agricultura removeu um "produto líquido" que é parte da sociedade.

Com o advento da fisiocracia, surgiram duas grandes idéias de alta relevância para o desenvolvimento do pensamento econômico. A primeira diz que há uma ordem natural que rege todas as atividades econômicas, sendo inútil criar leis de organização econômica. A segunda refere-se à maior importância da agricultura sobre o comércio e a indústria, ou seja, um terreno é uma fonte de todas as riquezas que mais tarde farão parte desses dois campos econômicos. ( www.pgj.ce.gov.br- 06 de abril de 2005 às 14 he 46 minutos)

Evolução do Pensamento Económico - 2

2. A Escola Clássica (Barbatanas do século XVIII e início do século XIX)

A base do pensamento da Escola Clássica é o liberalismo econômico, ora defendida pelos fisiocratas. Seu principal membro é Adam Smith, que não acreditava na forma mercantilista de desenvolvimento econômico e sim na concorrência que impulsiona o mercado e consequentemente faz girar a economia.

A teoria clássica surgiu do estudo dos meios de manter uma ordem econômica através do liberalismo e da interpretação de inovações tecnológicas associadas à Revolução Industrial.

Todo o contexto da Escola Clássica está sendo influenciado pela Revolução Industrial. É caracterizada pela busca e equilíbrio no mercado (oferta e demanda) via ajuste de preços, pela não intervenção estatal na atividade econômica, prevalecendo uma atuação da “ordem natural” e pela satisfação das condições econômicas exercidas pela divisão de trabalho, que por sua uma vez aloca a força de trabalho em várias linhas de emprego.

De acordo com o pensamento de Adam Smith, a economia não deve limitar o estoque de metais preciosos e o aprimoramento da nação, pois, segundo ou mercantilismo, essa nação usa apenas uma parte nobre, e o restante da população utilizada exclui os benefícios do grupo das atividades econômicas. Sua preocupação era fundamental para elevar ou elevar o nível de vida de todo o povo.

Em sua obra Riqueza das Nações, Adam Smith estabeleceu critérios para análise de valor, lucros, juros, divisão de trabalho e pautas da terra. Além de desenvolver teorias sobre o crescimento econômico, ou seja, sobre uma causa da riqueza das nações, uma intervenção estatal, uma distribuição de renda, uma formação e aplicação do capital.

Alguns críticos de Smith afirmam que ele não era original em suas obras, devido ao seu método, que é usado por caminhos já trilhados, buscando, assim, segurança, utilizando os elementos já existentes. No entanto, sabe-se que suas obras foram grandiosas para o desenvolvimento do pensamento econômico, devido à sua clareza e ao espírito equilibrado. ( www.factum.com.br- 07 de abril de 2005 às 13 he 27 minutos)

 Autoria: Igor A. da Cruz Rezende

Palavras 603

 

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